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| Apresentação |
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A eliminação das barreiras institucionais
à entrada na indústria do petróleo
e do gás natural propicia a inserção
de novos operadores em ambas as indústrias. Entretanto,
apesar das recentes mudanças jurídico-institucionais
nas regras que norteiam o setor, a mudança no modo
de organização industrial da indústria
de gás natural não ocorre de forma instantânea,
seja em função das características
técnicas e contratuais da própria indústria,
seja pelas dificuldades de inserção de novos
agentes, impostas pela firma pioneira, que vem trabalhando
no sentido da manter seu portfólio de clientes.
Alguns problemas podem ser facilmente identificados,
destacando-se dentre eles: a dificuldade de entrada
de novos operadores no mercado, a tentativa de imposição
de limites ao poder de mercado dos agentes, o surgimento
de problemas de coordenação na utilização
dos dutos, a dificuldade efetiva de implantação
do livre acesso às redes de transporte, o aumento
da percepção de riscos, que dificulta
a execução de investimentos, principalmente
nas redes de transporte e a dificuldade de coordenação
de investimentos nas distintas atividades da cadeia
do energético.
Tais problemas têm sido tratados pela ANP, seja
de forma direta, seja via contratação
de consultorias especializadas que objetivam o estudo
de temas específicos da indústria. A contratação
de especialistas externos não apenas contribui
para a realização de atividades, como
também agrega maior experiência e conhecimento,
agilizando a implementação, o acompanhamento
e a avaliação dos processos internos da
ANP.
Nesse sentido, destacam-se o estudo sobre a Repartição
das Rendas Econômicas na Indústria
Brasileira de Gás Natural, elaborado de dezembro
de 2001 a maio de 2003 e a futura contratação
de consultoria especializada para a elaboração
de um Modelo
de Desenvolvimento da Indústria do Gás
Natural do Brasil. |
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