SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MOVIMENTAÇÃO DE PRODUTOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO
Publicações ANP » Relatório Anual 2001
O desafio de assegurar a qualidade dos combustíveis
A Agência Nacional do Petróleo tem como um dos seus principais desafios assegurar para o consumidor brasileiro um combustível de boa qualidade, sem fraudes e adulterações. E espera obter nessa área, tão importante para o cidadão, o mesmo êxito alcançado na regulação de atividades como exploração e produção, pesquisa científica e tecnológica, qualificação de recursos humanos e base de dados.

Neste sentido, consolidou, em 2001, seu programa de monitoramento de combustíveis - que conta com apoio de laboratórios de universidades e institutos de pesquisa - nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste, e iniciou esse trabalho no Centro-Oeste. Ainda em 2001, a Agência fez os preparativos para levar o programa à região Norte. Boletins de qualidadesão elaborados mensalmente, e a intenção da Agência é divulgá-los, no futuro, com explicações que evitem temores infundados por parte dos comsumidores. Este programa de monitoramento já fornece informações privilegiadas para definir estratégias e prioridades para as ações de fiscalização da agência.

Em dezembro de 2001, foi lançado o programa de marcação de solventes, que possibilitará à Agência rastrear a procedência de produtos usados na adulteração de gasolina. Essa marcação facilitará significativamente toda a execução do programa de monitoramento de combustíveis.

O quadro regulatório sobre a qualidade englobou também importantes avanços nas especificações dos principais combustíveis - gasolina, álcool, gás natural e diesel - , cmo revisão de portarias existentes, algumas das quais do tempo do Departamento Nacional de Combustíveis.

Os lubrificantes também foram incluídos nesse processo, com o registro de todos os agentes econômicos que atuam nesse segmento, o que permitirá maior controle do óleo contaminado e re-refinado, por exemplo. A revisão de portarias nesse área já criou a obrigação da coleta de óleo para re-refino e a determinação de que, pelo menoe, 30% do óleo utilizado sejam reciclados.
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