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Áreas Inativas com Acumulações
Marginais
Conforme previsto na Lei do Petróleo,
a Petrobras teve ratificados seus
direitos sobre cada um dos campos
de seu interesse que estavam em efetiva
produção na data de
início de vigência da
Lei. Nesse sentido, em 6 de agosto
de 1998, foram celebrados os contratos
de concessão referentes a 282
campos em produção ou
desenvolvimento. Outros 62 campos
que já haviam produzido ou
que se encontravam na etapa de desenvolvimento
não foram reivindicados pela
Petrobras no prazo previsto na Lei
do Petróleo, estando estas
áreas desde então à
disposição da ANP. De
1998 até 2005, outros 15 campos
foram devolvidos. Estes campos ficaram
conhecidos no mercado como “campos
devolvidos” ou “campos
marginais da ANP”.
Em licitações
já realizadas, visando a incrementar
o valor de blocos exploratórios,
a ANP incluiu alguns de seus “campos
marginais” em blocos exploratórios,
o que não se revelou atrativo.
O acompanhamento dos contratos de
concessão onde tal situação
ocorreu mostrou que vários
desses campos retornaram à
ANP. Há por exemplo caso de
campos licitados e já devolvidos
mais de uma vez.
Devido a essa
constatação, e visando
a agregar mais valor a esses recursos
da União, a ANP, atendendo
à Resolução nº
2/2004 do Conselho Nacional de Política
Energética - CNPE, está
incluindo na Sétima Rodada
de Licitações parte
dos 54 “campos devolvidos”
atualmente em seu poder.
Os “campos
marginais” ou “campos
devolvidos” em estudo para a
Sétima Rodada de Licitações
da ANP sob a denominação
de “Áreas com acumulações
marginais inativas”, totalizam
11 no estado da Bahia e 6 no estado
de Sergipe:
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Áreas
inativas com acumulações
marginais |
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Estado
da Bahia |
Estado
de Sergipe |
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Araçás
Leste
Rio Una
Bom Lugar
Jacarandá
Fazenda São
Paulo
Pitanga
Gamboa
Jiribatuba
Morro do Barro
Sempre Viva
Curral de Fora
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Cidade
de Aracaju
Alagamar
Foz do Vaza Barris
Tigre
Carapitanga
Cidade de Pirambu |
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Ao apresentar
essas áreas a ANP pretende
motivar as pequenas e médias
empresas a investir em produção
de petróleo em bacias terrestres
maduras, onde a infra-estrutura para
tratamento e transporte do petróleo
e do gás natural já
estão instaladas.
E para dar um
exemplo da viabilidade desse empreendimento
a ANP apresenta a reabilitação
do poço Quiambina-4A, integrante
do campo de Quiambina, um dos “campos
devolvidos” que agora integra
o Projeto Campo Escola, uma parceria
ANP-Universidade Federal da Bahia,
no estado da Bahia e que conta com
o apoio da Petrobras.
O poço
Quiambina-4A teve a sua produção
restaurada em dezembro de 2003, através
de um investimento de cerca de R$
300.000, que incluiu as obras civis
de restauração de acesso
e preparação de locação,
a aquisição dos equipamentos
necessários à reabilitação
da sua produção e os
serviços de sondagem realizados.
Durante o ano de 2004 o poço
produziu 6500 barris de petróleo
de 30 ºAPI, sem nenhuma intervenção
adicional à realizada em 2003.
O acompanhamento do poço foi
feito através de visita diária
de um único operador e o óleo
foi totalmente comprado integralmente
pela Petrobras. As fotos do poço
em 2002, fechado, e do início
de 2004, após sua reentrada
em produção, estão
apresentadas abaixo, veja também
o gráfico
da produção obtida mês
a mês.
Poço
Quiambina - 4A em 2002

Poço Quiambina
- 4A em 2004

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